Saiba os diversos benefícios do jejum intermitente


Por que o jejum intermitente?

O ciclo entre alimentação (desjejum) e fome (jejum) imita os hábitos alimentares de nossos ancestrais e restaurar um estado mais natural do corpo, permitindo que uma série de benefícios bioquímicos ocorram. Nos últimos anos, tornou-se cada vez mais evidente que o corpo não tem como funcionar da forma ideal quando há um suprimento contínuo de calorias.

Quando você come o dia inteiro e nunca pula uma refeição, seu corpo se adapta a queimar o açúcar como sua principal fonte de energia, o que diminui a produção de enzimas que utilizam e queimam as gorduras armazenadas. O resultado é que você começa a ficar cada vez mais resistente à insulina e a ganhar peso, enquanto a maior parte de seus esforços para emagrecer se tornam ineficazes.

É importante perceber que, para poder perder peso, seu corpo precisa primeiro ser capaz de queimar gordura. Duas formas poderosas de fazer com que seu corpo deixe de queimar carboidratos para queimar gordura são o jejum e a dieta cetogênica clinica. Para melhores resultados, é preciso combinar ambos, pois uma estratégia sustenta a outra, proporcionando resultados mais rápidos.

Para saber mais, veja "Por que o jejum intermitente é mais eficaz quando combinado com a dieta cetogênica”. É importante lembrar que muitos processos biológicos de reparo e rejuvenescimento também ocorrem durante o jejum, e é por isso que comer o dia inteiro desencadeia doenças enquanto o jejum as previne.

Os diversos benefícios do jejum intermitente para a saúde

Um número cada vez maior de pesquisas médicas defende o uso do jejum intermitente, mostrando que ele tem uma vasta gama de benefícios biológicos. Como exemplo, o jejum intermitente demonstrou:

1. Promover a sensibilidade da insulina, que é crucial para a saúde, visto que a resistência à insulina, ou a baixa sensibilidade a ela, contribui para praticamente todas as doenças crônicas.

2. Promover a sensibilidade à leptina

3. Normalizar os níveis de grelina, também conhecida como o "hormônio da fome", o que resulta em menos fome.

4. Melhorar a gestão do açúcar no sangue por meio do aumento das taxas de absorção da glicose mediada por insulina.

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