CORONAVÍRUS: O uso de máscaras é eficiente?



O número de contaminados com COVID-19 continua crescendo, sempre gosto de frisar a importância de lavar as mãos corretamente, principalmente com água sabão e ainda esterilizar sua casa e objetos corretamente para evitar o proliferação do vírus.Porém hoje iremos falar de uma estratégia que pode ser fundamental para reduzir essa disseminação, ajudando a colocar a economia de volta no lugar e restaurando a sociedade para tempos normais, o uso de máscaras.


Quando o vírus estourou, ouvimos diversas pessoas afirmando que as máscaras não eram eficientes, porém hoje podemos ver que países que implementaram o amplo uso de máscara para sua população, os casos de COVID-19 permaneceram sob controle.


Estocar muitas máscaras podem ser um problema, pois se houver falta de máscaras para profissionais de saúde, eles estarão desprotegidos para cuidar da nossa população.

Porém hoje conseguimos encontrar até vídeos ensinando fazer máscaras caseiras.

Na República Tcheca, uma campanha popular iniciada por um influenciador de mídia social levou ao uso generalizado de máscaras em público, um movimento que está salvando vidas e a esperança é que campanhas semelhantes se espalhem no restante do mundo inclusive no Brasil, já que o uso de máscaras em público ainda é estigmatizado.

países onde o uso de máscaras é "extremamente normal", como Coréia do Sul, Japão, Cingapura e Hong Kong, eles conseguiram achatar a curva dos casos COVID-19.


Em 2012, pesquisadores da Universidade de Michigan observaram a necessidade de estabelecer a eficácia de medidas não farmacêuticas para mitigar pandemias, neste caso, gripe. Eles estudaram se o uso de máscaras faciais e higiene das mãos reduziu as taxas de influenza e doença semelhante à influenza em 1.178 estudantes que moravam em residências universitárias. Os alunos foram divididos em um dos três grupos: máscara facial e higiene das mãos, apenas máscara facial ou grupo controle durante o estudo.


Durante as semanas três a seis do estudo, observou-se uma redução de 75% na doença semelhante à influenza entre os alunos que usavam as mãos e usavam máscaras em residências.