ADOÇANTES: TÃO PERIGOSOS QUANTO AÇÚCAR



Doenças como câncer, doenças cardíacas, diabetes e derrame vem crescido cada vez mais. O gatilho para muita dessas condições são escolhas de estilo de vida, incluindo tabagismo, uso excessivo de álcool e alimentação ruim.


Grandes empresas de refrigerante, com intenção de proteger seus lucros, têm promovido a mensagem que a obesidade está sendo causada pela falta de atividade e não por uma alimentação carregada de açúcar.


Porém com muitas pessoas vem diminuindo o açúcar de suas vidas, essas empresas criaram versões de seus produtos com o adoçante artificial, aspartame. Acredita-se que esse adoçante trás um grande risco, pois dados recentes mostram uma associação entre adoçantes e taxas crescentes de mortalidade.


Essa pesquisa envolveu participantes de 10 países europeus e o resultado mostrou que houve uma mortalidade por todas as causas mais alta naqueles que bebiam dois ou mais copo de refrigerantes por dia, desde a versão normal adoçado com açúcar e também as versões que utilizavam aspartame.


Houve associação entre refrigerantes adoçados artificialmente com morte por doença circulatória, bem como vínculo dessas bebidas versão normal com morte por doenças digestivas.


O adoçante mais famoso no mundo é o aspartame e há ligação entre o aumento do número de pessoas obesas, com o uso generalizado de adoçantes artificiais, pois adoçantes artificiais não ativam o caminho da recompensa da mesma forma que adoçantes naturais. Além disso eles incentivam o desejo e dependência do açúcar, acostumando nosso paladar com um gosto muito doce.


A falsa ideia de que adoçante artificial é saudável e uma opção muito melhor que açúcar, fez com que a população do mundo toda fosse enganada a seguir um estilo de vida que parecia ser mais saudável, porém continuava a incentivar o ganho de peso e outras doenças.